Arraial do Liceu

Não perca essa festa com muitas danças e comidas típicas.

Educação em tempo Integral

O projeto beneficia a 180 alunos com atividades como Xadrez, Teatro, Grafite, Fotografia e Acompanhamento Pedagógico.

Banda Marcial Imperador Pedro II

O Liceu M. Prefeito Cordolino Ambrósio tem uma das maiores bandas de Petrópolis. A Banda Marcial Imperador Pedro II é reconhecida pelo seu repertório musical de alta qualidade.

Arraial do Liceu

Não perca essa festa com muitas danças e comidas típicas.

Coral Voz Imperial

O Coral Voz Imperial agrega valor cultural ao Liceu M. Prefeito Cordolino Ambrósio desde 2011.

Guarda de Honra Imperial

A Guarda de Honra Imperial é tradicional. Está no Liceu desde 1990.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais


Libras- Língua Brasileira de Sinais

Como surgiu a língua de sinais no Brasil?

1855-  Primeira iniciativa de educação de surdos quando o professor francês surdo Ernest Huet, a convite de D. Pedro II, veio ao Brasil e preparou um programa que consistia em usar o alfabeto manual e a Língua de Sinais da França. Apresentou documentos importantes para educar os surdos, mas ainda não havia escola especial. Solicitou então ao imperador D. Pedro II um prédio para fundar uma escola.

O convite não foi por nada, tinha um grande motivo, o neto de D. Pedro II era surdo (Pedro Augusto).

1857 – No dia 26 de setembro, através da Lei 839, assinada por D. Pedro II, fundou-se o então Instituto Nacional de Educação dos Surdos-Mudos, atualmente Instituto Nacional de Educação dos Surdos (INES) no Rio de Janeiro. Huet foi Diretor do Institm uto de Surdos de Paris e do INESM.
1911 - O Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES) passou a seguir a tendência mundial, utilizando o oralismo puro.

Em 1911 os surdos eram obrigados somente fazer leitura labial.

1950 – Os surdos não conseguem adaptar-se a essa imposição do oralismo e continuam a usar a Língua de Sinais e o alfabeto manual. Os professores e inspetores burlam as ordens na comunicação com os alunos surdos.

1957 - Proibida totalmente a utilização da língua de sinais no INES.

Em 1957 os surdos eram proibidos de ser comunica usando língua de sinais, eles eram amarados obrigados a se comunica usando a leitura labial(pois naquela época os surdos eram visto como pessoais defeituosas) , mas isso não os impedia de se comunica usando a língua de sinais.

1980 - Chega ao Brasil o Bilinguismo, porém de fato em 1990.

 Ensino da língua de sinais como primeira língua (L1) e da modalidade escrita da língua portuguesa como segunda língua (L2).

1991 - A LIBRAS é reconhecida oficialmente pelo Governo do Estado de Minas Gerais (lei nº 10.397 de 10/1/91).

Somente no estado de Minas Gerais

1996 - São iniciadas, no INES, em convênio com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), pesquisas que envolvem a implantação da abordagem educacional com Bilinguismo em turmas da pré-escola, sob a coordenação da linguista E. Fernandes.

1998 - TELERJ - do Rio de janeiro, em parceria com a FENEIS, inauguraram a Central de atendimento ao surdo - através do número 1402, o surdo em seu TS, pode se comunicar com o ouvinte em telefone convencional.

1999 - Em março, começam a ser instaladas em todo Brasil telessalas com o Telecurso 2000 legendado.

2000 - Closed Caption, ou legenda oculta. Após três anos de funcionamento no Jornal Nacional ela é disponibilizada aos surdos também nos programas Fantástico, Bom Dia Brasil, Jornal Hoje, Jornal da Globo e programa do JÔ.

2000 - TELERJ: Telefone celular para surdos com a opção de SMS.

2002 - É promulgada a lei 10.436 em 24 de abril, reconhecendo a Libras como língua oficial das comunidades surdas do Brasil.
Somente em 2002 LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais e oficialmente reconhecida como uma língua.

2005 - O Decreto 5626 em 22 de dezembro veio regulamentar a lei 10436.

2006 - Exame de Certificação Tradutor Intérprete de Libras – Prolibras, instrutor de Libras e o Curso de Letras-Libras Bacharelado e Licenciatura EaD.

2010 - Curso Superior de Letras-Libras Bacharelado e Licenciatura presencial UFSC.
2010 - Promulgada a lei 12.319 em 01 de Setembro, que regulamenta o exercício da profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS.            
Somente em 2010 a profissão de interprete foi reconhecida por lei. 

Cultura dos surdos

Os surdos,são utilizadores de uma comunicação espaço-visual, como principal meio de conhecer o mundo em substituição à audição e à fala, tendo ainda uma cultura característica.
No Brasil eles desenvolveram a LIBRAS, e em Portugal, a LGP. Já outros, por viverem isolados ou em locais onde não exista uma comunidade surda, apenas se comunicam por gestos. Existem surdos que por imposição familiar ou opção pessoal preferem utilizar a língua falada.
Progresso na cultura surda
  • Os portadores de surdez patológica, normalmente adquirida em idade adulta;
  • E aqueles cuja surdez é um traço fisiológico distintivo, não implicando, necessariamente, em deficiência neurológica ou mental; antes, caracterizando-os como integrantes de minorias lingüístico - culturais; este é o caso da maioria dos surdos congênitos.
  • nos depoimentos e julgamentos de surdos (área penal);
  • e no processo de inclusão de educando os surdos nas classes de ensino regular (área educacional).
Deficiência auditiva
Surdo-mudo
Compreendendo o mundo surdo
Escutar com os olhos
Bebês de pais surdos
Como agir diante de um surdo
Algumas dicas importantes
  • Não é correto dizer que alguém é surdo-mudo. Muitas pessoas surdas não falam porque não aprenderam a falar. Muitas fazem a leitura labial, e podem fazer muitos sons com a garganta, ao rir, e mesmo ao gestualizar. Além disso, sua comunicação envolve todo o seu espaço, através da expressão facial-corporal, ou seja o uso da face, mãos, e braços, visto que, a forma de expressão visual-espacial é sobretudo importante em sua língua natural.
  • Falar de maneira clara, pronunciando bem as palavras, sem exageros, usando a velocidade normal, a não ser que ela peça para falar mais devagar.
  • Usar um tom normal de voz, a não ser que peçam para falar mais alto. Gritar nunca adianta.
  • Falar diretamente com a pessoa, não de lado ou atrás dela.
  • Fazer com que a boca esteja bem visível. Gesticular ou segurar algo em frente à boca torna impossível a leitura labial. Usar bigode também atrapalha.
  • Quando falar com uma pessoa surda, tentar ficar num lugar iluminado. Evitar ficar contra a luz (de uma janela, por exemplo), pois isso dificulta a visão do rosto.
  • Se souber alguma língua de sinais, tentar usá-la. Se a pessoa surda tiver dificuldade em entender, avisará. De modo geral, as tentativas são apreciadas e estimuladas.
  • A conversar, manter sempre contato visual, se desviar o olhar, a pessoa surda pode achar que a conversa terminou.
  • Nem sempre a pessoa surda tem uma boa dicção. Se houver dificuldade em compreender o que ela diz, pedir para que repita. Geralmente, os surdos não se incomodam de repetir quantas vezes for preciso para que sejam entendidas.
  • Se for necessário, comunicar-se através de bilhetes. O importante é se comunicar. O método não é tão importante.
  • Quando o surdo estiver acompanhado de um intérprete, dirigir-se a ele, não ao intérprete.
  • Alguns preferem a comunicação escrita, alguns usam linguagem em código e outros preferem códigos próprios. Estes métodos podem ser lentos, requerem paciência e concentração.

Ao longo dos anos, as pesquisas interdisciplinares sobre surdez e sobre as línguas de sinais, realizadas no Brasil e em outros países, tem contribuído para a modificação gradual da visão dos surdos, compartilhada pela sociedade ouvinte em geral.
Esses estudos têm classificado os surdos em duas categorias:
O fato de integrarem um grupo lingüístico-cultural distinto da maioria lingüística do seu país de origem, equipara-os aimigrantes estrangeiros. Porém, o fato de não disporem do meio de recepção da língua oral, pela audição, coloca-os em desvantagem em relação aos imigrantes, com respeito ao aprendizado e desenvolvimento da fluência nessa língua. Essa situação justifica a necessidade da mediação dos intérpretes em um número infinito de contextos e situações do quotidiano dessas pessoas.
Devido ao bloqueio auditivo, seu domínio da língua oral nunca poderá se equiparar ao domínio da sua língua materna de sinais, ainda que faça uso da leitura labial, visto que, essa técnica o habilita, quando muito, a perceber apenas os aspectos articulatórios da fonologia da língua. Daí sua enorme necessidade da mediação do intérprete de língua de sinais.
No caso específico dos surdos brasileiros, cuja língua materna de sinais é a LIBRAS, os intérpretes que os assistem são chamados de “Intérpretes de LIBRAS”.
No Brasil, existem pelo menos duas situações em que a lei confere ao surdo o direito a intérprete de LIBRAS:
Devido as constantes modificações e progresso neste campo, nas concepções de ensino de língua de sinais, atualmente, tem-se dado ênfase ao mecanismo de aprendizado visual do surdo e a sua condição bilíngüe-bicultural. Contudo, o surdo ébilíngüe-bicultural no sentido de que convive diariamente com duas línguas e culturas: sua língua materna de sinais(cultura surda) e língua oral( cultura ouvinte), ou de LIBRAS, em se tratando dos surdos brasileiros.
O termo deficiente auditivo tem sido largamente utilizado por profissionais ligados à educação dos surdos. O uso da expressão deficiente auditivo, já foi muito criticado refletindo uma visão médico-organicista. Nela, o surdo é visto como portador de uma patologia localizada, uma deficiência que precisa ser tratada, para que seus efeitos sejam debelados.
Alguns fatores podem afetar o processo de aprendizagem de pessoas surdas, como por exemplo: o período em que os pais reconhecem a perda auditiva, o envolvimento dos pais na educação das crianças, os problemas físicos associados, os encaminhamentos feitos, o tipo de atendimento realizado, entre outros.
Embora os aspectos médico, individual e familiar ampliem o universo de análise sobre o fenômeno, nos chama a atenção para a necessidade de vê-los sob uma perspectiva sócio - cultural.
Todas as investigações atuais têm chamado a atenção para a multi-determinação da surdez e para a adequação do emprego do termo surdo, uma vez que é esta a expressão utilizada pelo surdo, para se referir a si mesmo e aos seus iguais. É muito importante considerar que o surdo difere do ouvinte, não apenas porque não ouve, mas porque desenvolve potencialidades psico - culturais próprias. Somos todos pessoas diferentes.
Surdo-Mudo?
Provavelmente a mais antiga e incorreta denominação atribuída ao surdo. O fato de uma pessoa ser surda não significa que ela seja muda. A mudez é uma outra deficiência.
*Por Favor não confunda.
Muitas crianças surdas que se tornam adultos surdos dizem que o que mais desejavam era poder comunicar-se com os pais.
Por anos, muitos têm avaliado mal o conhecimento pessoal dos surdos. Alguns acham que os surdos não sabem praticamente nada, porque não ouvem nada. Há pais que super protegem seus filhos surdos ou temem integrá-los no mundo dos ouvintes. Outros encaram a língua de sinais como primitiva, ou inferior, à língua falada. Não é de admirar que, com tal ignorância, alguns surdos se sintam oprimidos e incompreendidos.
Todos sentem a necessidade de ser entendidos. Aparentes inabilidades podem empanar as verdadeiras habilidades ecriatividades do surdo. Em contraste, muitos surdos consideram-se “capacitados”. Comunicam-se fluentemente entre si, desenvolvem auto-estima e têm bom desempenho acadêmicosocial e espiritual. Infelizmente, os maus-tratos que muitos surdos sofrem levam alguns deles a suspeitar dos ouvintes. Contudo, quando os ouvintes interessam-se sinceramente em entender a cultura surda e a língua de sinais natural, e encaram os surdos como pessoas “capacitadas”, todos se beneficiam.
A chave para uma boa comunicação com uma pessoa surda é o claro e apropriado contato visual. É uma necessidade, quando os surdos se comunicam. De fato, quando duas pessoas conversam em língua de sinais é considerado rude desviar o olhar e interromper o contato visual. E como captar a atenção de um surdo? Em vez de usar o nome da pessoa é melhor dar um leve toque no ombro ou no braço dela, acenar se a pessoa estiver perto, ou se estiver distante, fazer um sinal com a mão para outra pessoa chamar a atenção dela. Dependendo da situação, pode-se dar umas batidinhas no chão ou fazer piscar a luz. Esses e outros métodos apropriados de captar a atenção dão reconhecimento à experiência dos Surdos e fazem parte da cultura surda. Para aprender bem uma língua de sinais, precisa-se pensar nessa língua. É por isso que simplesmente aprender sinais de um dicionário de língua de sinais não seria útil em ser realmente eficiente nessa língua. Muitos aprendem diretamente com os que usam a língua de sinais no seu dia-a-dia — os surdos. Em todo o mundo, os surdos expandem seus horizontes usando uma rica língua de sinais.
Língua: Conjunto do vocabulário de um idioma, e de suas regras gramaticais; idioma. Por exemplo: inglês, português, LIBRAS.
Linguagem: Capacidade que o homem e alguns animais possuem para se comunicar, expressar seus pensamentos.
Língua de Sinais: É a língua dos surdos e que possui a sua própria estrutura e gramática através do canal comunicação visual, a língua de sinais dos surdos urbanos brasileiros é a LIBRAS, em Portugal é a LGP.
Cultura Surda: Ao longo dos séculos os surdos foram formando uma cultura própria centrada principalmente em sua forma de comunicação. Em quase todas as cidades do mundo vamos encontrar associações de surdos onde eles se reúnem e convivem socialmente.
Intérprete de Língua de Sinais: Pessoa ouvinte que interpreta para os surdos uma comunicação falada usando a língua de sinais e vice-versa.
“Assim como os bebês de pais ouvintes começam a balbuciar com cerca de sete meses ... , os bebês de pais surdos começam a ‘balbuciar’ com as mãos imitando a língua de sinais dos pais”, mesmo sendo ouvintes.- Jornal londrino The Times.
professora Laura Petitto, da Universidade McGill, em Montreal, Canadá, é da opinião de que os bebês nascem com sensibilidade a ritmos e padrões característicos a todos os idiomas, incluindo a língua de sinais. Ela disse que os bebês ouvintes que têm “pais surdos que sabem sinalizar, gesticulam de maneira diferente, seguindo um padrão rítmico específico, distinto de outros movimentos com as mãos. . . . É um balbucio, mas com as mãos”. Os bebês expostos àlíngua de sinais produziram dois tipos de movimento com as mãos, ao passo que os que conviviam com pais ouvintes produziram apenas um tipo. Os pesquisadores usaram um sistema de rastreamento de posição para registrar os movimentos das mãos dos bebês na idade de 6, 10 e 12 meses.
Muitas pessoas não deficientes ficam confusas quando encontram uma pessoa com deficiência. Isso é natural. Todos podem se sentir desconfortáveis diante do "diferente". Mas esse desconforto diminui e pode até mesmo desaparecer quando existem muitas oportunidades de convivência entre pessoas deficientes e não-deficientes.
Ao tratar uma pessoa deficiente como se ela não tivesse uma deficiência, estaríamos ignorando uma característica muito importante dela. Dessa forma, não estaríamos nos relacionando com ela, mas com outra pessoa, que não é real.
A deficiência existe e é preciso levá-la na sua devida consideração. Neste sentido torna-se de grande importância não subestimar as possibilidades, nem as dificuldades e vice-versa. As pessoas com deficiência têm o direito, podem e querem tomar suas próprias decisões e assumir a responsabilidade por suas escolhas.
Ter uma deficiência não faz com que uma pessoa seja melhor ou pior do que uma pessoa não deficiente, ou que esta não possa ser eficiente. Provavelmente, por causa da deficiência, essa pessoa pode ter dificuldade para realizar algumas atividades, mas por outro lado, poderá ter extrema habilidade para fazer outras coisas. Exatamente como todos.
A maioria das pessoas com deficiência não se importa de responder perguntas a respeito da sua deficiência ou sobre como ela realiza algumas tarefas. Quando alguém deseja alguma informação de uma pessoa deficiente, o correto seria dirigir-se diretamente a ela, e não a seus acompanhantes ou intérpretes. Segundo professores, intérpretes e os próprios surdos, ao se tomar alguns cuidados na comunicação com o surdo, confere-lhe o respeito ao qual ele tem direito.
Em suma, os surdos são pessoas que têm os mesmos direitos, os mesmos sentimentos, os mesmos receios, os mesmossonhos, assim como todos. Se ocorrer alguma situação embaraçosa, uma boa dose de delicadeza, sinceridade e bom humor nunca falham.

Onde posso encontra o curso de LIBRAS ?
No Instituto Emanuel - Associação de Assistência para deficientes auditivos.
End: Rua João Caetano Nº:154 Casa 13 (Vila do Colégio CEMB)
Horário do curso: aos sábados de 8:00 hs as 10:00 ou de 10:00 as 12:00 hs.
telefone contato : 98827-2319 ou 99986-5310.

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domingo, 12 de julho de 2015

Resultado de imagem para jovens no mercado de trabalho




No intuito de ajudar os alunos de nossa escola, decidimos mensalmente, organizar temas que os auxiliem em sala de aula. 


O tema deste mês será a participação dos jovens no mercado de trabalho, levando em consideração a crise e os desafios,enfrentado atualmente. 

Nossos repórteres, João Vitor e Wellington Daniel, procuraram a fundo, o que os jovens precisam para se anexar no mercado de trabalho, pelo qual ,atualmente enfrentamos uma das maiores crises de desempregos no nosso país. 

video


Gostou do tema? Está com dúvidas sobre este tema? Deixe aqui seu(s) comentário(s), aliás a sua participação é fundamental. 

Está com dúvidas sobre outros temas? Aquele tema discutido em sala de aula, que você ficou na dúvida. Mande para nós. 

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Arraial do Liceu 2015





A festa que ocorreu no ultimo dia 4/7(sábado), trouxe cultura e diversão aos alunos e não -alunos do Liceu. O arraiá,ocorreu no Liceu Campus II e teve petiscos e bebidas,oferecidas, além de música de qualidade,sem contar a diversão que houve neste recinto.


Além disso, DJ´S foram convidados para animar a festa, que foi das  15:00 horas ás 22:00 horas. Os petiscos e bebidas foram divididas em barracas, e em departamentos escolar.




Veja as fotos do evento!



sábado, 4 de julho de 2015

Arraial do Liceu

O semestre não poderia acabar sem a festa Julina mais arretada das escolas da nossa cidade! Nosso Arraial será no dia 04 de julho, a partir das 14h, no Liceu - Campus II. 


A entrada custa R$ 5,00 e os alunos do Liceu que estiverem portando a caderneta não pagam.

A programação conta com Dj, danças de quadrilha, diversas barracas com comidas típicas e muita diversão.

Esperamos por você!!!

terça-feira, 16 de junho de 2015

Calendário de Provas - 2º Bimestre do Ensino Médio

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1 - Calendário de avaliações do 2º Bimestre

1ª série 

24 /6 - (4ª f.)  - Matemática / Arte 
25/6 - (5ª f.) -  Literatura 
26/6 - (6 ª f.) - Biologia / Filosofia e Sociologia 
30/6  - (2ª f.) - Geografia / Física 
01 /7 - ( 3ª f. ) - História / Química
02 / 7 - (5ª f.) - L. Portuguesa / Inglês 

2 ª série 

24 /6 - (4ª f.)  - Matemática / Espanhol
25/6 - (5ª f.) -  Literatura 
26/6 - (6 ª f.) - Biologia / Filosofia e Sociologia 
30/6  - (2ª f.) - Geografia / Física 
01 /7 - ( 3ª f. ) - História / Química
02 / 7 - (5ª f.) - L. Portuguesa / Inglês

3 ª  série 

24 /6 - (4ª f.)  - Matemática / Espanhol
25/6 - (5ª f.) -  Literatura 
26/6 - (6 ª f.) - Biologia / Filosofia e Sociologia 
30/6  - (2ª f.) - Geografia / Física 
01 /7 - ( 3ª f. ) - História / Química
02 / 7 - (5ª f.) - L. Portuguesa / Inglês 


2 - O jantar será servido de 18 horas e 30 minutos ás 19 horas e 15 minutos. As provas terão inicio ás 19 horas e 30 minutos e termino até 22 horas e 15 minutos.

3 - Os alunos só poderão ser liberados a partir das 20 horas e 30 minutos. Não serão aceitos pedidos de dispensa antes de 20 horas  30 minutos

4 - A segunda chamada deverá ser solicitada por alunos maiores de 18 anos ou responsável legal para alunos menores de idade, através de requerimento próprio, na secretaria do Campus I ou no Serviço de Orientação Escolar, em um prazo máximo de 48 horas. 

- As avaliações de segunda chamada serão ás 19 horas, nos dias: 

06 / 7 (2ª f.) - Matemática / Arte / Espanhol / Literatura 
07 / 7 ( 3ª f.) - Biologia / Filosofia e Sociologia
08 / 7( 4ª f. ) - Geografia / Física 
09 / 7 (5ª f. ) - História / Química
10/ 7 ( 6ª f.) - L. Portuguesa / Inglês

5 - Estudem para as provas, respondam as questões com bastante atenção e não entreguem as questões em branco 



segunda-feira, 8 de junho de 2015

Petrópolis encerra Maio Amarelo com grande evento na Praça da Liberdade

Depois de um mês de ações voltadas para sensibilizar a população sobre a responsabilidade no trânsito, a Prefeitura, juntamente com a Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro e diversas outras instituições parceiras realizaram hoje (30/5) o encerramento nacional do movimento Maio Amarelo na cidade. A programação incluiu uma simulação de socorro às vítimas de acidente automobilístico, a premiação aos alunos vencedores de um concurso de vídeo sobre o tema, música e distribuição de materiais informativos.
“O movimento Maio Amarelo fortaleceu ainda mais o trabalho que vínhamos desenvolvendo no município desde 2013, com a campanha ‘Eu Respeito a Vida’, por determinação do Prefeito Rubens Bomtempo”, disse o diretor-presidente da CPTrans, Fernando Badia. “Durante todo o mês de maio nós demos ênfase a essa reflexão sobre um trânsito mais seguro com caminhada, panfletagem, educação para o trânsito com as crianças na Cidade Portinho, durante a Exposição Agropecuária, e ações nas escolas. O mais importante é que o trabalho em conjunto com a Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro vai continuar daqui para a frente, em especial junto às crianças”, acrescentou.
Para o deputado federal Hugo Leal, presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro e autor da Lei Seca, o Meio Amarelo tem um efeito natural multiplicador com a adesão de instituições públicas e da iniciativa privada. “Esse é um movimento importante de alerta para os altos índices de acidente no trânsito. Depois de dois anos, podemos perceber que o objetivo inicial de mobilizar as pessoas para esse problema está sendo atingido, tranzendo a consciência de que a mudança tem que vir de dentro de nós”.
A simulação de socorro às vítimas de acidente de trânsito, realizada por 30 alunos de Medicina e Enfermagem da Faculdade de Medicina de Petrópolis, por meio da Liga do Trauma, Corpo de Bombeiros, Unimed Petrópolis e Cruz Vermelha, foi um dos pontos altos do evento. Um carro batido contra uma árvore e pessoas espalhadas mostravam diferentes realidades enfrentadas durante um acidente, bem como a operação conjunta dos órgãos envolvidos na ação de socorro.
Outra forma de estimular uma reflexão sobre o valor da vida e a prevenção de acidentes no trânsito foi o concurso de vídeos realizado pela Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro e a Secretaria de Educação, junto aos alunos do 5° ao 9° ano das 43 escolas da rede municipal inscritas. Do total de 50 vídeos enviados, três foram selecionados para a premiação. Na primeira colocação ficou a aluna do 6° ano da Escola Municipalizada Sérgio Ribeiro Costa, Flayra Martuchelo, e a professora Karine Borges dos Santos. Em segundo lugar, a aluna do 9° ano da Escola Municipal Jadira Bordignon, Giovana Fagundes Falcão, e o professor Norton Ribeiro. E em terceiro lugar, a aluna do 6° ano da Escola Municipal Monsenhor João de Deus, Luciana Carvalho, e o professor Maurício Manzini. O vídeo selecionado para a primeira colocação será exibido em um evento no Theatro Dom Pedro, em data a ser divulgada, com o intuito de que seja incluído no programa da disciplina História e Geografia de Petrópolis (HGP).
Em Petrópolis, o movimento Maio Amarelo contou também com o apoio de diversas secretarias de governo, Polícia Rodoviária Federal, Detran, Banco de Sangue do Hospital Santa Teresa, Setranspetro, Universidade Católica de Petrópolis e Universidade Estácio de Sá que, junto à população, participaram com o uso do laço amarelo ou realizando programações em favor de um trânsito mais seguro.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Corpus Christi


Um dos dez feriados nacionais brasileiros, o Corpus Christi – expressão que vem do latim e significa O Corpo de Cristo – celebra o Sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo, um dos sacramentos da Eucaristia.

A comemoração ocorre após a Festa da Santíssima Trindade, sempre em uma quinta-feira, em alusão à Quinta-feira Santa, quando foi realizada a Última Ceia e se deu a instituição do sacramento. A data sempre acontece 60 dias após a Páscoa, podendo cair então entre as datas de 21 de maio e 24 de junho.

A celebração do Corpus Christi começou no século 13, em 1243, em Liège, na Bélgica, quando a freira agostiniana Juliana de Mont Cornillon teria tido visões de Jesus Cristo desejando que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque.

A Bíblia diz que durante a Última Ceia de Jesus com seus apóstolos, ele teria mandado que celebrassem sua lembrança comendo o pão e bebendo o vinho, que se transformariam em seu corpo e seu sangue.

Foi a partir da visão e da cobrança de Jesus que a freira belga lutou para que houvesse um reconhecimento da data, que mais tarde ficou conhecida como Corpus Christi, quando, em 1264, o papa Urbano 4º consagrou a festa para toda a Igreja.

A celebração do feriado consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento. A procissão lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. Além disso, a tradição católica também tem o costume de enfeitar as ruas com grandes tapetes coloridos que formam desenhos que fazem alusão à figura de Cristo, do pão e do cálice.

A tradição da confecção do tapete surgiu em Portugal e veio para o Brasil com os colonizadores. Os desenhos utilizados são variados, mas enfocam principalmente o tema Eucaristia. No Brasil essa tradição foi ampliada, atingindo inclusive comunidades, bairros e até colégios.

Para confeccionar esses tapetes especialmente feitos para a festa de Corpus Christi, são utilizados diversos tipos de materiais, como serragem colorida, borra de café, farinha, areia, flores e outros acessórios.

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O que funciona no feriado de Corpus Christi em Petrópolis

Na sexta-feira (5) e no sábado (6), o comércio do Centro estará aberto das 9h às 19h e até às 16h, no domingo. Porém, as lojas da Rua Teresa fecham às 18h e no domingo, o ponto é facultativo. Já no Bingen, as lojas abrem até às 15h, fechando domingo.
Confira o horário de funcionamento dos pontos turísticos:
CATEDRAL DE SÃO PEDRO DE ALCÂNTARA – Rua São Pedro de Alcântara, 60 – Centro
Tel.: (24)2242-4300
Diariamente, 08h às 18h
Missa: 15h logo após procissão
Entrada franca
Procissão Corpus Christi – Tapetes
Após a missa das 15h na Catedral São Pedro de Alcântara é dado o início à procissão de Corpus Christi, pelo Centro Histórico: Catedral, Av. Tiradentes , Rua da Imperatriz, Praça D. Pedro, Rua do Imperador lado par, Rua Dr. Nelson de Sá Earp, Praça da Liberdade, Av. Koeler lado ímpar. O percurso é enfeitado com motivos sobre a Eucaristia. É dividido por paróquias e os materiais utilizados são em sua maioria: pó de café, flores, tampas de garrafa, cascas de ovo, etc. É muito procurada por turistas e conta ativamente com a participação popular. A partir das 12h o percurso é fechado para ornamentação.
CASA CLÁUDIO DE SOUZA – Praça da Liberdade, 247 – Centro
Tel.: (24)2231-5156 / (24)2231-4722
04, 06 e 07 de junho – (quinta-feira, sábado e domingo) – fechado
05 de junho – (sexta-feira) – 11h às 18h
Entrada franca
CASA DA IPIRANGA – Av. Ipiranga, 716 – Centro Histórico
Tel.: (24)2231-8718 / Cel.: (24)9 9249-3319
04, 05, 06 e 07 de junho (quinta-feira, sexta-feira, sábado e domingo) – 14h às 18h
Ingresso: R$10,00/R$5,00
CASA STEFAN ZWEIG – Rua Gonçalves Dias, 34 – Valparaíso
Tel.: (24)2245 –4316
04, 05, 06 e 07 de junho (quinta-feira, sexta-feira, sábado e domingo) – 11h às 17h
Entrada franca
CASA DE CULTURA COCCO BARÇANTE – Museu do Artesanato – Rua Cel. Veiga, 1.734 – Centro
Tel.: (24)3111-4944 / (24) 9 8168-4956
04, 05, 06 e 07 de junho (quinta-feira, sexta-feira, sábado e domingo) – 11h às 17h
Entrada franca
CENTRO DE CULTURA RAUL DE LEONI – Praça Visconde de Mauá, 305 – Centro
Tel.: (24)2233-1200

Administração Centro de Cultura Raul de Leoni e Biblioteca:

04, 05, 06 e 07 de junho (quinta-feira, sexta-feira, sábado e domingo) –– fechado
Exposições
04, 05 e 06 de junho (quinta-feira, sexta-feira e sábado) – 10h às 18h
07 de junho (domingo) – 10h às 17h
Entrada franca

Galeria Aloísio Magalhães

“Ancestralidades”
Entrada franca

Espaço Alternativo

Entrada franca

Galeria Van Djk

“Nada se perde, Tudo se Recicla”
Entrada franca
CENTRO CULTURAL ESTAÇÃO DE NOGUEIRA – Av. Leopoldina, 317 – Nogueira
Tel.: (24)2237-3860
04 e 07 de junho (quinta-feira e domingo) – 09h às 13h
05 e 06 de junho (sexta-feira e sábado) – 09h às 17h
Entrada franca    

CHOCOLATES PATRONE – Rua Coronel Veiga, 1.321 – Centro
Tel.: (24) 2242-3741
04, 05, 06 e 07 de junho (quinta-feira, sexta-feira, sábado e domingo) – 08h40 às 18h30
Entrada franca
FAZENDA DA SAMAMBAIA – Estrada da Samambaia, 138 – Samambaia
Tel.: (24)2242-3478
04, 05, 06 e 07 de junho (quinta-feira, sexta-feira, sábado e domingo) – fechado para manutenção
GALLERY 275 – Vintage Motorcycle Museum – Rua Cândido Portinari, 275 – Mosela
Tel.: (24)2235-8512
04, 05, 06 e 07 de junho (quinta-feira, sexta-feira, sábado e domingo) – fechado
IGREJA MATRIZ SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS – Rua Montecaseros, 346 – Centro
Tel.: (24)2242-6915
Diariamente, 07h às 19h
Missa 7h / 18h
Entrada franca
IGREJA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO – Praça da Inconfidência, s/nº – Centro
Tel.: (24) 2242-1073
Diariamente, 06h30 às 17h
Missas: 7h / 12h15
Entrada franca     
MOSTEIRO DA VIRGEM – Av. Ipiranga, 555 – Centro Histórico
Tel.: (24)2242-2394
Diariamente, 07h às 17h
Venda de biscoitos “Bricelet” e chocolates e missa às 07h.
Entrada franca
MUSEU CASA DE SANTOS DUMONT – Rua do Encanto, 22 – Centro Histórico
Tel.: (24)2247-5222
 04, 05, 06 e 07 de junho (quinta, sexta, sábado e domingo) – 09h às 17h (bilheteria) / 17h30 (visitação)
Ingresso: R$5,00 (inteira) / R$2,50 (meia)
Obs: Em breve o valor do ingresso sofrerá aumento para R$ 8,00 (inteira) / R$ 4,00 (meia).     
MUSEU CASA DO COLONO – Rua Cristóvão Colombo, 1.034 – Castelânea
Tel.: (24)2247-3715
04, 05, 06 e 07 de junho (quinta, sexta, sábado e domingo) – 08h30 às 16h
Entrada franca
MUSEU DE CERA DE PETRÓPOLIS – Rua Barão de Amazonas, 35 – Centro
Tel.: (24) 2249-1595
04, 05 e 07 de junho (quinta-feira, sexta-feira e domingo) – 10h às 17h
06 de junho (sábado) – 10h às 18h
Ingresso: R$28,00 (inteira) / R$14,00 (meia)
MUSEU DA FEB – Av. Koeler, 255 – Centro Histórico
04, 05, 06 de junho (quinta-feira, sexta-feira e sábado) – 10h às 17h
07 de junho (domingo) – fechado
Tel.: (24)9 9996-2709
Entrada franca
MUSEU IMPERIAL – Rua da Imperatriz, 220 – Centro Histórico
Tel.: (24)2233-0300 – (24)2233-0309 (Bilheteria)
04, 05, 06 e 07 de junho (quinta-feira, sexta-feira, sábado e domingo) – 11h às 17h30 (bilheteria) 18h visitação
Ingresso: R$10,00(inteira) /R$5,00 (meia)
ORQUIDÁRIO BINOT – Rua Fernandes Vieira, 390 – Retiro
Tel.: (24)2248-5665
04, 05, 06 e 07 de junho (quinta-feira, sexta-feira, sábado e domingo) – 07h às 17h
Entrada franca
PALÁCIO AMARELO – CÂMARA MUNICIPAL – Praça Visconde de Mauá, 90 – Centro Histórico
Tel.: (24)2291-9200
Até o momento, o horário de funcionamento não foi informado à Fundação de Cultura e Turismo de Petrópolis
Entrada franca
PALÁCIO DE CRISTAL – Rua Alfredo Pachá, s/nº – Centro Histórico
04, 05, 06 e 07 de junho (quinta-feira, sexta-feira, sábado e domingo) – 09h às 18h
Tel.: (24)2247-3721
Entrada franca
PALÁCIO ITABORAÍ – Rua Visconde de Itaboraí, 188 – Valparaíso
Tel.: (24)2231-3137 / (24)2246- 1430
04 e 07 de junho (quinta-feira e domingo) – fechado
05 e 06 de junho (sexta-feira e sábado) – 09h às 16h (visitação interna) – 09h às 17h (visitação externa)
Entrada franca

Exposição

Até 31 de julho
José Heitor – O Imaginário em Madeira
9h às 17h
Entrada franca
PALÁCIO RIO NEGRO – Av. Koeler, 255 – Centro Histórico
Tel.: (24)2246-2423
04, 05 e 06 de junho (quinta, sexta e sábado) – 10h às 17h
07 de junho (domingo) – fechado
Entrada franca
PALÁCIO QUITANDINHA – SESC QUITANDINHA – Rua Joaquim Rolla, 02 – Quitandinha
Tel.: (24)2245-2020
04 e 07 de junho (quinta-feira e domingo) – Visitação: 10h às 16h/ Boliche – 11h às 22h
05 e 06 de junho (sexta-feira e sábado) – Visitação: 10h às 17h / Boliche – 11h às 22h
Ingresso: R$10,00 (visitação guiada e áudio guiada) R$ 5,00 (meia) – para professores, crianças e idosos e R$3,00 Associados SESC
PARQUE CREMERIE – Estrada da Independência, s/nº – Independência
Tel.: (24) 2231-5834
04, 05, 06 e 07 de junho (quinta-feira, sexta-feira, sábado e domingo) – 08h às 17h30
Entrada franca
PARQUE MUNICIPAL PREFEITO PAULO RATTES – Estrada União e Indústria, 10.000 – Itaipava
Tel.: (24) 2222-1299
04, 05, 06 e 07 de junho (quinta-feira, sexta-feira, sábado e domingo) – 07h às 18h
Entrada franca
PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS – PARNASO – Estrada do Bonfim – Corrêas
Tel.: (24) 2236-0475
Diariamente – 08h às 17h
Ingresso: consultar na bilheteria e online: www.parnaso.tur.br
PARQUE NATURAL MUNICIPAL PADRE QUINHA – Av. Ipiranga, s/nº – Centro
Tel.: (24) 2247-7358
Diariamente de 07h às 17h.
*Em caso de chuva, o Parque não abre para visitação.
Entrada franca
THEATRO DOM PEDRO – Praça Expedicionários, s/nº – Centro
 Tel.: (24)2235-3833
04, 05 e 06 de junho (quinta-feira, sexta-feira e sábado) – Bilheteria: 12h às 20h
07 de junho (domingo) – Bilheteria: 12h às 18h
TRONO DE FÁTIMA – Rua Bispo Dom José, s/nº – Acesso pela Rua Monsenhor Bacelar
Rua Visconde de Itaboraí, Ernesto Paixão. Para ônibus acesso pela Rua Padre Moreira – Valparaíso
Tel.: (24) 2242-0313
04 e 05 de junho (quinta-feira e sexta-feira) – 08h às 17h
06 e 07 de junho (sábado e domingo) – 08h às 18h
Entrada franca
CERVEJARIAS
BEER TOUR – CERVEJARIA PETRÓPOLIS – ITAIPAVA
Visita monitorada gratuita às linhas de produção das cervejas do Grupo Petrópolis, em Itaipava, com degustação e lojas de produtos temáticos. Degustação: 25 minutos.
Visitação: mediante agendamento
Agendamento e informações: (24) 2223-9000 ramal 302-8002
Entrada franca (não é permitido entrada de menor de 18 anos)
Rua Trajano de Paula Filho, 199 – Pedro do Rio
Rodovia BR 040 sentido Juiz de Fora – utilizar saída no km 51
Rodovia BR 040 sentido Rio de Janeiro – utilizar saída no km 05
CENTRO DE EXPERIÊNCIA CERVEJEIRA – CERVEJARIA BOHEMIA – Rua Alfredo Pachá, 166 – Centro
Quarenta discípulos do Mestre Cervejeiro recebem até 1.200 visitantes. Local com acessibilidade para deficientes físicos e todo o material informativo tem tradução para o inglês. Duas degustações durante a visita.
Dia
Tour
Restaurante
Bar
Empório
04 de junho (quinta-feira)10h às 18h3012h às 00h11h às 00h10h às 21h
05 de junho (sexta-feira)10h às 16h3012h às 00h11h às 00h10h às 19h
06 de junho (sábado)10h às 18h3012h às 00h11h às 00h10h às 21h
07 de junho (domingo)10h às 18h3012h às 16h11h às 00h10h às 21h
Menores de 18 anos: Obs.: Menores só acompanhados de responsáveis.
Ingresso: R$27,00 (inteira) /R$13,50 (meia)
Informações: thiago.bohemia@playcorp.com.br
CERVEJARIA CIDADE IMPERIAL – Rua Mosela, 1.341- Mosela – Tel.: (24) 2220-4800
Fundada por um dos membros da Família Imperial Brasileira, desde 1997 a cervejaria desenvolve produtos especiais, com ingredientes selecionados, seguindo a Lei da Pureza em todas as etapas da produção.
04, 05, 06 e 07 de junho (quinta, sexta, sábado e domingo) Visitação: (mediante agendamento prévio pelo e-mail contato@imperialpremiumbier.com.br)