Liceu - Palestra Escola da Paz

Alunos do Ensino Médio do Liceu Municipal Prefeito Cordolino Ambrósio compareceram em peso para a Palestra Escola da Paz.

Banda Marcial Imperador Pedro II

O Liceu M. Prefeito Cordolino Ambrósio tem uma das maiores bandas de Petrópolis. A Banda Marcial Imperador Pedro II é reconhecida pelo seu repertório musical de alta qualidade.

Coral Voz Imperial

O Coral Voz Imperial agrega valor cultural ao Liceu M. Prefeito Cordolino Ambrósio desde 2011.

Karatê

O Karatê é um dos principais diferenciais do Liceu Municipal. A equipe é uma das melhores de Petrópolis.

Guarda de Honra Imperial

A Guarda de Honra Imperial é tradicional. Está no Liceu desde 1990.

sábado, 28 de junho de 2014

#Liceu60Anos: entrevista com a diretora Renata Martins

Antes de postar a entrevista com nossa atual diretora, Renata Martins, alguns esclarecimentos: nossa primeira entrevista foi realizada com nosso querido professor Renê. Infelizmente, por problemas técnicos no local onde o áudio da entrevista estava arquivado, acabamos perdendo. Duplicaríamos o arquivo justamente para evitar um problema como este, mas quando fomos realizar a duplicação, já era tarde. Não conseguimos retornar o contato com o tão querido ex-diretor para refazermos a entrevista, mas queremos deixar expresso nosso carinho por ele. Professor Renê marcou o Liceu atual. Todos que o conhecem, o adoram! Muito mais que um diretor e um professor, ele é um amigo de todos. Parabéns, professor, pela excelente gestão de nossa escola!


Vamos então a última entrevista da série, com a professora Renata Martins. Nessa entrevista ela nos conta um pouco de sua história antes de se tornar diretora e também algumas novidades que está preparando para o Liceu nesses 60 anos.

"Os problemas do Liceu todo mundo conhece mas eu quero gente que me ajude a pensar em soluções." - professora Renata Martins


No início da entrevista perguntamos se na sua época de estudante ela pensava em se tornar diretora, e ela respondeu: "Não. Na verdade, eu sonhava em me tornar professora mas quando eu me tornei professora eu pensava que nunca ia dar aula em escola pública, tinha preconceito de escola pública, mas logo depois que eu passei no concurso, fui trabalhar na periferia, com alunos muito carentes e depois fui trabalhar na secretaria de educação e consegui enxergar a rede como um todo, não olhar uma escola sozinha. Aí eu pensava: ‘Nossa, diretora de escola eu não quero ser nunca!’ porque, na verdade o diretor vai ficando com muitas demandas, quanto mais, diretor do Liceu. Pra começar, você tem que articular cinco diretores adjuntos, que são pessoas diferentes, com convicções pedagógicas diferentes, aí junto com esses cinco adjuntos, pelo menos mais cinco orientadores, então só pra começar temos um grupo de dez pessoas. Então, nunca foi meu 'sonho de consumo' ser diretora de escola não, gente. (risos) Mas é uma experiência muito interessante, até mesmo como pessoa. Articular um grupo tão grande faz você ter que se tornar diferente. Eu parto do princípio que tudo pode ser dito, mas depende como você vai dizer. Gentileza nunca é demais!"

Comentamos sobre os 60 anos do Liceu e perguntamos se ela estava preparando alguma novidade para a escola. A diretora nos disse que terão muitas surpresas, muitas coisas que ela ainda não pode revelar. "No momento oportuno vocês receberão o planejamento de nossas festas!"- afirmou.

E perguntamos se também terá a criação de algo novo, e ela nos contou algumas novidades: "É, na verdade, a gente tá querendo re-editar algumas coisas que fazem parte da história do Liceu. Estamos propondo o concurso de logo que já começou, estamos querendo re-editar o concurso de beleza que o Liceu tinha, ao invés de 'Rainha do Liceu', a gente pretende fazer a 'Musa do Liceu' e gostaríamos de re-editar o grêmio, mas não com a característica dos anos 80, que era uma característica de embafe, mas com uma característica do século 21, que é tentar implantar de fato uma gestão participativa, uma gestão democrática no âmbito da escola. Talvez um grupo de alunos formando um colegiado para ajudar a gente a discutir, mas isso são coisas que a gente ainda vai amadurecer durante esse ano e acho que será legal!"

E como fizemos em todas as outras entrevistas, pedimos que a professora deixasse um recado para os atuais alunos. E ela nos deixou o seguinte recado: "Eu acho que o mais importante, nesse momento, é o aluno se ver como dono da escola também, como parceiro da administração. Os problemas do Liceu todo mundo conhece mas eu quero gente que me ajude a pensar em soluções. Porque não adianta eu mandar pintar a sala se o aluno picha, não adianta eu mandar trocar as carteiras, se o aluno tira o acabamento das carteiras, não adiantar eu mandar reformar o banheiro se o aluno quebra. Então, se o aluno não for parceiro da escola, se o aluno não for parceiro dos professores, a escola vai ficar cada vez mais insuportável sim! Porque todos nós vamos ver os nossos piores lados. Então, eu acho que aluno é tudo igual, em qualquer lugar, aluno vem pra escola pra não ter aula, mas a gente tem que buscar fazer aquilo que será melhor. Então, se vocês me ajudarem a pensar, como é que essa escola pode ficar mais legal, como é que essa escola pode ser mais dinâmica, como é que essa escola pode ser mais atraente, a escola vai melhorar!" - afirmou
"Tem coisa que não dá pra fazer em dia, tem coisas que dependem de mudança de atitude. Então, se você, aluno, tem um comportamento legal com o professor, a probabilidade desse professor ter um comportamento legal com você é muito grande. Agora, se você aluno tem um comportamento de provocar o professor, de ficar desrespeitando o professor, vai ter uma hora que ele vai, de alguma forma, inplementar alguma sanção e aí a escola é chata. Por que? Porque os dois lados não estão caminhando juntos, não se veem como parceiros. Não adianta eu tentar ensinar uma coisa para aquele que não quer aprender, não adianta tentar explicar uma coisa para aquele que não quer ouvir. Hoje eu me reservo ao direito de não entrar em atrito com aluno. Já aconteceu de alunos me desacatarem na internet e eu não vou discutir na internet. Eu bloqueio o aluno! Simples assim. Eu tenho todo direito! Aqui é minha vida privada, é público mas é privado. É público pra quem eu quero que seja público. Não é público para todo mundo! Agora se ele tá me importunando, eu não vou mantê-lo no meu siclo de relações. É muito diferente de na escola eu ter que tratar todo mundo de forma igual. Então, normalmente, o comportamento do outro está muito ligado ao nosso comportamento também. Aquela coisa da gentileza: a gente pode ter um ambiente muito mais bacana se todos formos gentis uns com os outros. Eu acho que a gentileza é sempre bacana!"

sexta-feira, 27 de junho de 2014

#Liceu60Anos: entrevista com ex-diretora Lilian

Continuando hoje, na reta final da série de entrevistas, vamos postar a entrevista com a ex-diretora do Liceu, dona Lilian Pinto. Nesta entrevista a mesma nos contou um pouco sobre sua direção no Liceu e vida profissional.

"Vista a camisa do Liceu respeitando, sendo orgulho. Vista sabendo que está representando uma escola que tem 60 anos e que tem uma força e um nome na cidade!" - professora Lilian



Dona Lilian nos contou que estudou no Liceu por dois anos e cursou o que seria a tempos atrás a 7ª série e a 8ª série que hoje correspondem ao 8º e 9º ano do ensino fundamental. Perguntamos se na época de estudande ela pensava em ser diretora do Liceu e ela, lembrando, nos respondeu: "Nem pensar! Naquela época eu não tinha nem ideia de que profissão eu iria escolher... Na verdade, eu estava terminando o ensino fundamental e não tinha em mente qual profissão seguiria...".

Como professora, dona Lilian trabalhou no Instituto Brasileiro de Educação, o IBE, dando aula de primeiro segmento (alunos de 3ª e 4ª série, hoje 4º e 5º ano do ensino fundamental).

Perguntamos também sobre os pontos positivos e negativos de ser diretora geral do Liceu, e ela nos deu a seguinte resposta: "Um grande ponto positivo é que na verdade a gente aprende muito! Porque ali você tem que se relacionar com funcionários, professores, alunos, pais de alunos e secretaria de educação. Então você tem que conciliar várias vertentes e priorizar algumas coisas e você também não tem como agradar a todo mundo. Então, é um grande aprendizado trabalhar com aquele número de professores, com aquele número de alunos, funcionários... Em termos de relacionamento humano, é um aprendizado muito grande! Um ponto negativo é que a gente acaba tendo que ser, às vezes, muito buriocrático, ou então tendo que tomar decisões que não agradam alguma pessoas ou algum grupo ao todo e às vezes essa decisão deixa a gente meio isolada. Porque quando a decisão é boa, é uma notícia boa, todo mundo quer participar, quando é alguma coisa que não vai agradar alguém ou algum grupo, aí a decisão é da diretora. 'A diretora que não quer, a diretora que não deixa...' Então, às vezes, a gente fica muito só, nessa situação".

Sobre voltar a direção do Liceu, dona Lilian diz que é apenas uma vez: "Acho que é uma coisa pra gente fazer uma única vez na vida! Existem cargos, certas posições que é só para uma vez". Ela citou que foi muito bom, ficou no Liceu por 10 anos, sendo 8 anos na coordenação geral e os 2 ultimos anos na direção. Relata ainda que foi muito bom naquele período e que "A mesma água não passa pelo mesmo local no rio. Então o fato de ter sido bom naquele momento, não me dá garantia nenhuma de que seria bom futuramente voltar para a mesma função. Então, assim, cumpri a minha missão como profissional, como servidora pública - porque eu me aposentei na prefeitura - e penso que não é uma coisa que eu almejaria voltar para a função, embora tenha sido muito proveitoso!"

A professora também falou sobre o Campus II. Ela conta que a criação de um outro prédio foi uma saída para tentar diminuir o número de alunos na sala de aula. "Na época que o professor Grossi assumiu a direção, eu já estava como coordernadora e foi um momento que a direção anterior tinha deixado a escola com muitos alunos e os professores não estavam conseguindo trabalhar bem. A prefeitura teve que arrumar uma saída para diminuir o número de alunos em sala de aula. Então, o professor Grossi sugeriu a compra do prédio que, na época, pertencia a UCP [Universidade Católica de Petrópolis] e eles já estavam querendo vender. Foi bom para o município porque estava precisando de um prédio para colocar os alunos 'excedentes' das turmas que estavam muito grandes no Liceu." - lembra.

D. Lilian deixou um recado para nossa atual diretora, Renata Martins. "Eu desejo que ela [dona Renata] tenha muita persistência, muita coragem, o colégio merece todo esforço, toda dedicação, todo amor que a gente puder porque é uma entrega. Quando se assume a direção de um colégio daquele porte, sua vida passa a ser aquilo. Então, que ela tenha muito amor, pois se ela tiver amor com certeza será justa, porque competente eu sei que é." - disse para a dona Renata, encerrando com um recado para os atuais alunos - "Que os alunos vejam a escola como parte da vida deles. Não como um local que a gente entra, sai e não gosta daquilo. Quando a gente fala em vestir a camisa, é vestir com amor e respeito aquele lugar que estamos frequentando. Então, que vocês vejam a escola como uma extensão da casa de vocês, que seja um lugar agradável, que tenham alegria em estar lá e consequentemente tenham amor e respeito. Vista a camisa do Liceu respeitando, sendo orgulho. Vista sabendo que está representando uma escola que tem 60 anos e que tem uma força e um nome na cidade! Em termos de ENEM, não tem nenhuma escola pública, que a partir do momento que começou a ser divulgado os resultados, se manteve em primeiro lugar como o Liceu. Então, que vocês tenham orgulho da escola onde vocês estão, assim como eu tive por ter estudado lá dois anos. Eu fiquei muito feliz em voltar como diretora numa escola que ajudou a me formar e a ser o que eu sou hoje!"

quinta-feira, 26 de junho de 2014

#Liceu60Anos: entrevista com Bruno Malheiros (filho do ex-diretor Luiz Carlos Malheiros)

Continuando, hoje vamos lembrar do saudoso diretor Luiz Carlos Malheiros. Bem atencioso, Bruno nos atendeu e lembrou um pouco da época 'Liceu' de seu pai.
Obs.: Infelizmente, não conseguimos uma fotografia.

"Ele gostava da educação, de dar aula, a vida dele era isso... Era o que ele gostava de fazer!" - Bruno Malheiros sobre o professor Luiz Carlos Malheiros

Também conversamos com Bruno Malheiros. Ele lembrou do pai e de sua época no Liceu. "Meu pai, antes de fazer faculdade, já era professor, já tinha começado a dar aula. Então, ele foi professor a vida inteira!" - lembra Bruno orgulhoso.

O professor Luiz Malheiros não foi aluno do Liceu. Bruno nos contou que ele foi interno no colégio WERNECK. Já Bruno, estudou no Liceu e na época de seu pai.

Bruno lembra que a vida de seu pai era a educação e conta que professor Malheiros foi durante onze anos diretor do Liceu, porém em períodos diferentes. "Ele gostava da educação, de dar aula, a vida dele era isso... Era o que ele gostava de fazer! Ele foi diretor durante onze anos no Liceu. Para você ter uma ideia, na primeira vez que ele foi diretor, foi no ano que nasci (1972) e eu acabei vindo a ser aluno do Liceu na época que ele era diretor."

Encerrando, ele lembra que seu pai, um conceituado professor de matemática e contabilidade no Liceu sempre teve uma excelente visão de educador durante sua época como diretor do Liceu: "Ele sempre teve uma visão muito paciente de educação. Ele sempre quis trazer coisas novas, porém, conservando o respeito aluno-professor, professor-aluno. Sempre foi muito correto e muito justo! A vida dele era isso."

quarta-feira, 25 de junho de 2014

#Liceu60Anos: entrevista com ex-diretor Luiz Alberto Grossi

Continuando, hoje conheceremos o ex-diretor Luiz Alberto Grossi. Na gestão dele, foi criado o Campus II, 'a menina dos seus olhos'.

"Não vou dizer que dessa água não bebo. Mas se Deus quiser e se o Liceu precisar de mim, eu volto com o maior prazer!" - professor Luiz Alberto Grossi



O professor Luiz Alberto Grossi, ao iniciar nossa entrevista, lembra-se saudoso da sua época de estudante. "Estudei no Liceu na década de 1960, os diretores que peguei foram: professora Olédia, professor Eduardo, professor Guerra Peixe, entre outros. Na época de estudante, eu não almejava ser diretor geral de jeito nenhum, nem professor." O professor também lembrou de sua época como funcionário do Liceu. "Dou aula de biologia e ciências. No Liceu, eu lecionei à noite biologia nas turmas de segundo grau, como eram chamadas na época, e de ciências nas turmas de 5ª e 6ª série, na época. Antes de ser diretor geral, fui por onze anos diretor adjunto do turno da tarde do campus I e quem criou o campus II foi eu."

Perguntamos a ele quais foram os pontos positivos e negativos de sua gestão no Liceu. Segundo ele, só teve pontos positivos. "Eu só vejo pontos positivos. Eu tive uma gestão de cinco anos e já fui diretor duas vezes. Uma gestão de cinco anos onde o sucesso foi total: tivemos o primeiro lugar no ENEM, várias medalhas na Olimpíada de Matemática... O Liceu bombou nessa época. Também criamos nessa gestão, o campus II que é a menina dos meus olhos, gosto muito de lá, gosto muito daquele espaço lá, acho maravilhoso. Então, não vejo pontos negativos, só vejo pontos positivos nesses cinco anos como diretor do Liceu."

Professor Grossi afirma com certeza que ser diretor de uma escola como o Liceu, com todo esse peso, acrescenta e muito na visão de educador. "A gente passa a ver melhor o aluno, a gente passa a ver o outro lado da moeda... Como professor, você entra, dá a tua aula e vai embora e não conhece os bastidores da escola. Aí como diretor, você vê o problema do aluno, o problema do professor, o problema da escola... Então, tem muita coisa a acrescentar na vida da gente como educador."

O professor diz que se for necessário voltar para ter uma terceira gestão, ele volta. "Eu já passei na direção do Liceu duas vezes. Em 1988 e agora de 2004 a 2008, se não me falha a memória. Não vou dizer que dessa água não bebo. Mas se Deus quiser e se o Liceu precisar de mim, eu volto com o maior prazer!"

Encerrando, o ex-diretor deixa um recado para os atuais alunos. "Estudem. Aproveitem a escola que estão, porque é um privilégio poder estudar no Liceu. Eu passei nesses cinco anos muitas dificuldades no sentindo de arranjar vagas, porque quantas pessoas queriam vaga e não tinha como colocar. Então, o aluno que estuda no Liceu hoje, que conseguiu sua vaga, tem que fazer por merecer, tem que estudar, tem que levar a sério, pra ter uma vida melhor no futuro. E colégio tem! É o melhor colégio público da cidade."

terça-feira, 24 de junho de 2014

#Liceu60Anos: entrevista com ex-diretor Geraldo Palma

Continuando, hoje você vai acompanhar a entrevista com o professor Geraldo Palma, ex-diretor que criou a primeira salinha de computação do colégio e que presenciou uma época de obras.

"[...] então eu sai e fui em algumas empresas conseguir doações e conseguimos de dez computadores [...]" - professor Geraldo Palma


Em entrevista, o professor Geraldo Palma lembra de como ingressou no Liceu, que na época, já era um grande colégio. "Na verdade, eu não queria vim pra cá. Aí fiz uma reunião com o prefeito eleito e com o secretário de educação da época e o professor Josemar já era a seis anos diretor daqui. Eu já era diretor do CENIP, aí eu falei 'Pô, deixa o Josemar e eu pego outro cargo qualquer aí. Josemar tá lá há seis anos, conhece tudo lá...' aí eles falaram 'Ah, não! Queremos você e tal, pra mudar e tal...' e então entrei e na época, tava reformando tudo. Fazendo quadra e tal."

Ele conta que já foi professor de matemática aqui e que não pensa em voltar a direção: "Não. Já passou a época. Agora, deixa as novas cabeças aí!"

Ele conta ainda que na sua época tentou introduzir algumas coisas e fala sobre um mural interessante que criou. "Eu tentei introduzir algumas coisas. Por exemplo, a informática não existia nessa época, então eu sai e fui em algumas empresas conseguir doações e conseguimos de dez computadores e criamos a primeira salinha de computação aqui. Essa foi um grande experiência de trazer coisas novas para cá! Eu comprava semanalmente dois ou três jornais da cidade, ou do Rio ou de São Paulo e os alunos recortavam a parte de esportes, a parte de política, a parte de cultura e tínhamos murais ali onde é o pátio e semanalmente eles iam trocando as informações pra poder se atualizar. Então, eu achei muito interessante! Eles mesmos separavam as notícias. Eles achavam interessante e colavam nesses murais."

E lembra ainda da sua época, uma época um pouco complicada, já que o colégio estava passando por obras. "Na época, aqui estava em obra. Uma porção de trabalhadores aqui, muito cheiro de cimento, alunos reclamando do cheiro de tinta e tal, então eu fiscalizava. Naquela época, tinham dez caixas d'água de mil litro e geralmente dava um vazamento, aí o cara ligava pra minha casa final de semana 'Professor, as salas estão cheias de água', aí era aquele trabalho de vim aqui pra poder começar segunda-feira sem as salas encharcadas, então eu tive que bater pé junto com a consultora, tirar todas essas caixas e fazer uma caixa geral. Aqui no pátio, eles queriam tirar essa cobertura do pátio. Eu falei: 'Não, mas aqui chove o tempo todo.' 'Não mas no projeto não tem essa cobertura aqui no pátio'. 'Não dá! A turma vai ficar ali com chuva? Não dá!'. Aí consegui manter. E esse prédio velho, não tinha cobertura nenhuma. Aí para você passar pra quadra tinha que pegar chuva também. Aí, aquela cobertura toda que você vê lá em cima, eu providenciei na minha época."

Encerrando, ele deixa um recado para os atuais alunos. "Que continuem a estudar. Que aproveitem esse ambiente que é muito bom, no Centro da cidade, e bola pra frente!"

segunda-feira, 23 de junho de 2014

#Liceu60Anos - entrevista com ex-diretora Myriam

Dona Myriam, muito simpática, nos recebeu em sua casa para nos conceder uma entrevista. A professora falou um pouco sobre sua época no Liceu e deixou um recado para os atuais alunos. Acompanhe agora!

"Todo professor deveria ser pelo menos um dia diretor do Liceu Municipal pra ver o peso que é!" - professora Myriam

Em entrevista com a professora Myriam, ela nos contou como foi trabalhar no Liceu: "Eu era diretora da Escola Municipal Robert Kennedy. Eu fui a primeira diretora de lá! Em janeiro de 1978, a diretora do departamento de educação, dona Helena Renata, me convidou para ser diretora do Liceu. Eu aceitei! Fui diretora de 1978 até julho de 1979. Foi muito trabalhoso, muita confusão, mas deu certo. Todo professor deveria ser pelo menos um dia diretor do Liceu Municipal pra ver o peso que é!" - ela afirma. - "Aquele colégio é enorme, com turmas de manhã, tarde e noite, e ainda tem o campus II. Quando fui diretora de lá não tinha aquela parte, mas todo final de ano era uma loucura!" - conclui.

Dona Myriam disse que na época em que trabalhou no Liceu, eram feitas provas, como um vestibular, para poder entrar. Disse também que o Liceu era uma escola muito concorrida, como ainda é nos dias atuais. Sobre trabalhar no Liceu, afirmou: "Trabalhar no Liceu é muito bom! Muito gostoso! A amizade que fica desses anos todos... Eu trabalhei no Liceu durante 40 anos e só saí porque eu falei ‘Chega’ porque tem uma hora que você pensa e fala ‘Basta, já dei tudo o que tinha que dar’".

A professora saiu do Liceu em 2005. Trabalhou lá como professora de matemática, coordenadora de matemática, dirigente de turno, coordenadora geral do colégio, diretora e orientadora educacional. Sobre voltar a direção do Liceu ela disse: "Não voltaria, pois é muito cansativo! Já passou a minha época e cada um tem a sua época exatamente pra fazer aquilo. Eu fiz o que tinha que fazer, agora estou descansando e curtindo muito minha aposentadoria" - conclui. Encerrando nossa entrevista, dona Myriam deixou um recado para os atuais alunos: "Estudem! Honrem o colégio que estão. Façam de tudo para elevar o nome do colégio cada vez mais!"

Vamos ouvir as orientações da D. Myriam!

sexta-feira, 20 de junho de 2014

#Liceu60Anos: entrevista com ex-diretor Ney

Continuando nossa série de entrevistas, hoje vamos postar sobre o professor Ney, diretor geral do Liceu de 2001 a 2004.

"[...] depois que fui diretor do Liceu, me tornei um profissional melhor!" - professor Ney


O professor Ney não estudou no Liceu, mas seus pais foram funcionários da escola e ele conta que isso lhe proporcionou uma ligação muito grande entre ele e a escola. "Meus pais trabalharam no Liceu, meus pais são funcionários fundadores do Liceu. Meu pai teve o privilégio de ver a pintora Djanira pintando aquela tela que tem no salão nobre. Em 1954, na primeira turma do Liceu, na inauguração, meu pai e minha mãe já trabalhavam na escola, foram os primeiros funcionários. Nunca estudei no Liceu mas morávamos em frente. Nasci em 1959 e meus pais moravam ali. Então, eu cresci dentro do Liceu, no colo da minha mãe, ao lado do meu pai... Tenho uma história muito bonita com o Liceu! Em 1982, comecei a trabalhar no Liceu. Tive o privilégio de trabalhar um ano com meu pai e minha mãe que estavam se aposentando. E eu realmente tinha o sonho, gostava muito do Liceu e Deus abençoou e em 2001 eu fui diretor até 2004."

Professor Ney está de licença médica. Ele dá aula no Liceu desde 1982 de língua portuguesa e literatura brasileira e conta que não gostaria de voltar a ser diretor. "Ali é uma vez só! Acho que todo professor deveria ser pelo menos um mês diretor de escola pra ver como é que funciona o outro lado. Mas outra vez não."

O ex-diretor diz que existem pontos positivos e negativos em ser diretor do Liceu. "Pontos negativos em ser diretor é que você não tem hora pra nada. Você não tem feriado, você não tem sábado nem domingo, você tem que estar 24 horas ligado na escola porque é uma escola muito grande. Agora, pontos positivos, eu estou colhendo até hoje! Porque eu deixei amigos lá. Eu encontro ex-alunos, casados, com família e passando por mim, agradecem tudo o que fiz por eles. Isso não tem preço!"

O professor conta que ser diretor do Liceu acrescentou e muito na sua visão de educador. "Foi como falei a pouco pra você: acho que todo professor deveria ser diretor pelo menos um mês, porque os nossos conceitos mudam. Às vezes, você sendo só professor, você não imagina os problemas que o diretor tem com a escola e às vezes não compreende essess problemas. Quando você passa a sentar do outro lado da mesa, ou seja, como diretor, você compreende aqueles problemas que outros diretores tinham e você não compreendia. Então, realmente é bem diferente, é legal e eu posso ter certeza de uma coisa: depois que fui diretor do Liceu, me tornei um profissional melhor!"

Encerrando, ele deixa um recado para os atuais alunos: "Estudem muito e que antes de estudar sejam seres humanos do bem. Pratiquem o bem!"

quinta-feira, 19 de junho de 2014

#Liceu60Anos - Entrevistas com Ex-Diretores: Professor Roberto Francisco

Durante o final do primeiro semestre de 2013 e início do segundo, uma equipe de alunos supervisionada pela professora de História e Geografia, Christina Pires, foi atrás de ex-diretores do Liceu Municipal Prefeito Cordolino Ambrósio para entrevistá-los, com o intuito de passar aos alunos um pouco da história de nossa escola.

Wellington Daniel (em 2013, na turma 811 e atualmente na turma 910), Caroline Abranches (em 2013, 809, atualmente, 908), Karoline Stadler (811/910), Marcelo Basílio (910 /1001), Monique Santos (911/ex-aluna) e Yago Salustiano (811/910) foram atrás de ex-diretores e, em caso de falecimento, atrás de parentes, para reunir o máximo de informações que conseguissem.

E a partir de hoje, você confere o resultado de todo esse trabalho. Conheça mais sobre o Liceu nestes 60 anos em nossa série de entrevistas. Acompanhe agora a entrevista com o professor Roberto Francisco, um dos pioneiros, que também conta um pouco sobre o início do Liceu. A entrevista com ele foi uma das mais extensas e emocionantes, que ficou marcada pela grande emoção que o professor sentiu ao lembrar de sua época no Liceu.

"Eu tenho um carinho muito especial pelo Liceu e peço à vocês que também tenham." - professor Roberto Francisco



"Antigamente, as escolas do município só iam até a antiga quarta série primária. O que viria a mudar quando o senhor Cordolino Ambrósio se elegeu prefeito, por volta de 1958 (este não era um homem com grandes estudos, um comerciante muito aplicado, muito trabalhador, mineiro, etc). Eu tinha me casado, minha mulher já havia encomendado o primeiro neném lá de casa, porque depois vieram mais seis e havia no Valparaíso um colégio chamado *Arb Strong que era um colégio de ingleses, ficava ali na Visconde do Uruguai, atrás da Beneficência Portuguesa e de repente, o diretor daquela escola onde eu trabalhava, ganhava também para poder manter minha família, fechou a escola. E eu, com uma mulher grávida, desempregada, não totalmente porque eu já dava aula no WERNECK e o doutor Thomaz Nunes da Fonseca, que era o secretário de educação e o chefe do ensino, era o professor Décio Ennes, me convidaram para vir trabalhar com turmas preparatórias ao ginásio. E eles me chamaram e lá fui eu! Fui trabalhar lá na Floriano Peixoto onde havia antigamente o Liceu de Artes e Ofícios. A primeira turma nossa tinha 30 e poucos alunos, alguns deles até depois foram funcionários e professores do Liceu. Então, nós preparamos cerca de 40 alunos, eles entraram no exame do CENIP, porque o CENIP pegava a nota dos alunos do município. O indivíduo que era bom aluno, era encaminhando para o curso de admissão, passava no exame e era aluno do CENIP. Na época, o CENIP era Ginásio Estadual Washington Luiz. A primeira turma que preparamos, de 40, 38 alunos passaram. Então, aquilo correu nas escolas da prefeitura, no segundo ano nós tínhamos nove turmas de alunos do admissão. E o Décio e o doutor Thomaz, que eram muito amigos meus, me gozaram: 'Oh Roberto, você vai ser diretor do C.A, (diretor do Curso de Admissão) porque serão nove turmas lá...' (risos) Aí eu respondi: 'Ah bobagem! Eu gosto de dar aula e faço questão de manter pelo menos uma turma e ganhar minha gratificação de diretor, porque eu precisava, já que meu filho estava nascendo...' (risos) E aí, um dia, o sr. Cordolino foi visitar o curso com, 9 turmas, 360 alunos e eu o interroguei por que a prefeitura não criava um Ginásio dela e ele respondeu: "Não, eu já estou providenciando isso. O ministro Simões Filho é o ministro da educação, eu já conversei com ele e ele me dará uma verba para construir o ginásio municipal." Então, o governo do sr. Cordolino construiu esse prédio aqui e o Liceu de Artes e Ofícios que funcionava na rua Floriano Peixoto se transferiu para cá. Eu cheguei a lecionar uns dois anos aqui, no início do Liceu, depois fiz uma bobagem, porque eu já era professor do colégio estadual e eles me ofereceram uma dupla matrícula. Eu preferi a dupla matrícula lá e deixei o Liceu, não continuei no Liceu. E hoje o professor do Liceu ganha bem melhor do que o colégio estadual! Não ganha tão BEM assim não, mas ganha bem melhor que o colégio estadual. Então, eu dei uma mancada, escolhi aquele que ficou mais barato para o Estado. Mas enfim, o Liceu foi construído, veio logo uma equipe boa de professores, porque o Décio Ennes (um grande literato, professor de português e literatura) cuidou do Liceu com muito carinho e foi o primeiro diretor do Liceu e eu a essas alturas já estava saindo daqui. Lecionava no WERNECK e lecionava no estado e me desliguei um pouco do Liceu. Mas quando eu estive aqui como diretor, anos mais tarde, nós tivemos a oportunidade de criar a banda. Eu conclui a criação da banda, porque quem assumiu a direção da escola foi o professor Carlos Rebollo, era muito rigoroso, um homem muito disciplinador, às vezes, até excessivamente disciplinador e ele foi convidado a ser diretor pelo Caldara e não se deu bem no governo do Caldara e o Caldara que era meu amigo me convidou para ser diretor do Liceu. E o secretário de educação, Gil Mendes, grande professor de história, que foi meu sócio no EPA, que hoje é o Campus II do Liceu. Fizemos a banda, criamos o jogo de xadrez, colocamos judô, instalamos a cadeira de dentista... Essa é a minha ligação com o Liceu Municipal Prefeito Cordolino Ambrósio!"

Interrogado se gostaria de voltar a direção, o professor respondeu: "Eu não gostaria porque eu já não tenho mais preparo físico pra isso. Subir essas escadas eu não aguentaria, já tenho 83 anos. E estamos muito bem com a turma nova, sangue quente, sangue novo... É uma beleza!"

O professor terminou, emocionado, deixando um recado para os alunos e para a juventude de hoje: "Prestigie sua família, respeite seus maiores, respeite suas autoridades, mesmo aquelas que a gente acha que não devam merecer tanto respeito, mas a autoridade do indivíduo merece esse respeito. Seus mestres, colaborem com eles, se interessem por andar mais passos adiante. Eu tenho um carinho muito especial pelo Liceu e peço à vocês que também tenham. Amem a sua escola!"

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Projeto Escola da Paz: Cerimônia de certificação e encerramento de semestre

O Projeto ESCOLA DA PAZ realizou sua 4ª Cerimônia de certificação e encerramento de semestre. Foram apresentados os 30 novos Agentes da Cidadania Escolar, bem como as 04 novas escolas do Projeto.

Com cerimônia dirigida por duas Agentes - Jéssica Silva (da Sérgio R. Rosa) e Angélica Kreischer (ex - Senador Mario Martins), tudo ficou perfeito. Alguns compromissos de última hora fizeram com que a Secretária de Educação não pudesse comparecer, mas para lhe representar estavam Wanderleya (inspetora escolar) e a Rosária Tomé (Professora do Gabinete da Secretária) que juntas fizeram um belo discurso de quem sabe o quanto tudo aquilo custou desde o difícil início. O Juiz, Dr. Alexandre Teixeira não pôde ir, assim a Secretária de Gabinete do Juízo Izaura Botelho, compareceu para lhe representar. Lá também estava o Pr. Carlos Carnavalli, da Associação REVIVAS, e ele sendo um firme apoiador do Projeto, arrasou e levantou os brios da plateia num discurso lindo.

Hora do abraço pós oração. Quem não gosta desta alegria?
A Diretora de nossa escola (Liceu Municipal), Professora Renata Martins, não pôde ir, e era ela a oradora em nome das novas escolas... Que chato, não? Chato nada! Lá subiu, com sua simpatia, a Professora Cristiane Straub (dirigente de turno do Liceu) e que leu o discurso belíssimo que a Profª Renata escreveu, exibiu seu sorriso, e demonstrou uma alegria imensa quando lá em pleno palco reencontrou alguns amigos queridos, se derramando em bonita emoção que contribuiu para o lindo clima da cerimônia.
Foram exibidos em seguida dois filmes muito lindos... o da Caminhada das Escolas da Paz e o do Projeto no Liceu!  E logo, o Artur Fraga, do Liceu e a Dafne, da Paula Buarque, fizeram discursos bonitos, dos melhores que o projeto já teve desde que começou.
A mesa que encerrou os trabalhos:
Denílson (Escola da Paz), Pr Carlos Henrique (REVIVAS),
Izaura Botelho (Vara da Infância), Wanderleia e Rosária (Secretaria de Educação).
Nesta cerimônia, houve também a entrega de Menções Honrosas do Projeto. Foram honradas as escolas:
Dr. Paula Buarque (jamais faltou a um evento, desde que entrou no Projeto há mais de 02 anos, além de dar ideias, apoiar e liderar a reunião de outras escolas em torno do Escola da Paz);
- Beatriz Zaleski (fazendo um ano de Projeto, fez em tempo recorde todas as atividades propostas, criou a Associação de Alunos, foi quem primeiro fez camiseta do Projeto para seus alunos, realizou uma Feira de Direitos e Deveres, com os conceitos do Escola da Paz, e fez uma turma de alunos desfilar com as camisetas no 07 de setembro, etc. Mandou bem, por isso, foi honrada).

EM Dr Paula Buarque recebendo sua Menção Honrosa
Menção Honrosa recebeu também o aluno Pablo Ribeiro, da Dom Cintra. E isso entra no capítulo do que deu errado para fazer ficar melhor. O Pablo se enrolou na agenda, pensou que o evento, como de costume, seria à tarde. Só que este ano mudamos e Pablo não apareceu. Que chato! Mas a ausência do Pablo não impediu de fosse feito a Menção Honrosa. Ao contrário, foi detalhado mais ainda mais o empenho deste Agente da Cidadania que - por dificuldades da sua escola que, com falta de pessoal, e outros problemas, não tem conseguido apoiar o Projeto - foi o único da sua escola a estar em quase todos os eventos do projeto. Teve peito e senso de compromisso para, quando viu que os colegas não toparam o Dia do Respeito ao Mestre, realizar sozinho a atividade, ficando em pé para seus professores, como era o combinado. No dia da Caminhada, deu um jeito de aparecer por lá, sozinho, sem mais ninguém da sua escola, e acabou liderando a Caminhada e puxando alguns dos gritos e cantos que o pessoal entoou. Além de ser um dos dois únicos Agentes (a Letícia, do Liceu Municipal também me deu a alegria de aparecer por lá), que compareceu ao lançamento do livro "Enterrem meu coração no pátio da escola".

Fala do Pr. Carlos Henrique, da Associação REVIVAS
 Aliás, este livro, que tem as palestras do Projeto, virou uma surpresa. Foi anunciado que havia um cupom embaixo de algumas cadeiras que daria direito ao livro. Foi aquela correria de senta levanta procura até que chegaram ao palco os 03 alunos sortudos que acabaram ganhando os exemplares.
Enfim, foi uma manhã gloriosa, onde nos emocionamos, vivemos pequenas aventuras pessoais e tivemos grandes vitórias. Mais fotos? Clique aqui. Vale a pena!
Agentes da Cidadania Escolar.
ABAIXO, A RELAÇÃO DAS ESCOLAS QUE ABRILHANTARAM ESTA FESTA. Após o nome da escola, os novos Agentes da Cidadania Escolar.
  • Amélia Antunes
  • Ana Karolina da Conceição Rangel
  • Mariane Caetano de Oliveira
  • Augusto Pugnaloni
  • Gustavo Satiro Salles
  • Wilquilaine de Oliveira Coelho
  • Beatriz Zaleski
  • Ana Beatriz Miguez Neves
  • Gustavo Duarte de Souza
  • Celina Schechner
  • Lavínia Nascimento Macedo da Silva
  • Mayane da Silva Goulard
  • CIEP Gabriela Mistral
  • Carlos Daniel dos Santos Freitas
  • Gunnar Vingren
  • Caroline Silva da Costa
  • Marcos Paulo Soares da Silva
  • Jandira Bordignon
  • Derek da Cruz Domingos
  • Vitória Chaves dos Santos Ramos
  • Jorge Amado
  • não teve ainda Agentes
  • Liceu Municipal Cordolino
  • Arthur Fraga Santana
  • Brenda Lacerda de Sá
  • Thainá Machado Vieira
  • Letícia Martins da Cruz
  • Mario Martins, Senador
  • Weverson Saraiva da Paixão da Silva Costa
  • Isabelle Santos Souza Silva
  • Paula Buarque, Dr.
  • Dafne Machado Ribeiro
  • Gabriela Garcia Marques de Souza
  • Maria Eduarda da Silva Nunes
  • Santa Terezinha
  • Carlos Eduardo Plínio Gonzaga
  • Clara Orlindo Leitão
  • Sérgio R Rocha
  • não teve novos agentes nesta edição
  • Soroptimista
  • Saulo Coelho Costa
  • Kessya Dias de Souza
  • Theodoro Machado
  • Wesley Dominique do Amaral Figueira

Recesso Escolar


Informamos que a Escola funcionará com um esquema especial de dias e horários durante o Recesso da Copa. Seguem abaixo os dias e horários de Funcionamento da Unidade:

Dia 13/06 - De 10h às 16h.
Dia 16/06 - De 10h às 16h.
Dia 18/06 - De 10h às 16h.
Dia 24/06 - De 10h às 12h.
Dia 30/06 - De 10h às 12h.
Dia 08/07 - De 10h às 12h.

Importante ressaltar que os atendimentos serão realizados APENAS no Campus I.
Para qualquer solicitação ou informação, envie um e-mail para: see1026@petropolis.rj.gov.br